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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Dia das Crianças
Convite especial para as Crianças
Estamos preparando uma programação especial para as crianças. Será no dia 22/10, com início às 8h30. O encerramento das atividades acontecerá com culto, às 19h30.
As inscrições deverão ser feitas nos cultos, com a Gelsi (em Boa Vista) e com a Míriam ou Douglas (em Alto Alegre) até o dia 08 de outubro.
Valor: R$ 15,00 por criança. Crianças menores de 5 anos deverão estar acompanhadas de pai ou mãe.
O que trazer: toalha de banho; roupa beeem velha; roupa para participar do culto à noite; uma almofadinha; muita disposição e coragem!
Tragam seus filhos! Convidem os amigos, colegas, primos e vizinhos de seus filhos!
Pai Ideal: Pregação Cultos dia dos Pais
Hoje comemoramos o Dia dos Pais.
Nem sempre é fácil comemorar o dia dos Pais. Para alguns, esta data é uma data complicada, difícil de lembrar.
Tem filhos que estão longe dos seus pais.
Mas tem filhos que já perderam seus pais, ou pais que perderam algum filho.
E também há filhos que não tiveram um pai que poderíamos chamar de o melhor pai.
Independente da situação que você tenha passado, hoje quero falar especialmente para você, que é pai.
Quero fazer uma pergunta a você, que é pai: você se considera o pai ideal para seus filhos? Você é um bom pai? Como você pode ser um bom pai?
A bíblia traz diversas orientações de como os pais podem educar seus filhos.
Quem está com sua bíblia, abra em Efésios capítulo 6 versículo 4.
A melhor forma dos pais educarem seus filhos é de acordo com os ensinamentos cristãos, que encontramos na Bíblia.
Assim, quero trazer cinco dicas valiosas para quem deseja ser um bom pai, e que deseja buscar orientação no Senhor para a educação de seus filhos.
1ª dica: Ore por seus filhos e ensine-os a orar!
Pais, você tem orado pelos seus filhos? Vivemos em um mundo extremamente difícil. Cheio de armadilhas, cheio de atrações que querem fazer com que nossos filhos se desviem de Deus e também que se afastem dos próprios pais. Uma das melhores maneiras de proteger os filhos, é entregando-os a Deus, orando por eles todos os dias, pedindo para que Deus os proteja e lhes dê sabedoria, para que possam aprender a escolher entre o certo e o errado.
Pais, você tem orado pelos seus filhos? Vivemos em um mundo extremamente difícil. Cheio de armadilhas, cheio de atrações que querem fazer com que nossos filhos se desviem de Deus e também que se afastem dos próprios pais. Uma das melhores maneiras de proteger os filhos, é entregando-os a Deus, orando por eles todos os dias, pedindo para que Deus os proteja e lhes dê sabedoria, para que possam aprender a escolher entre o certo e o errado.
É importante também ensiná-los a orar, para que eles aprendam a desenvolver um relacionamento com Deus. Eles também precisam aprender a derramar seu coração para Deus. Por isso, ensine-os a orar, não apenas aquelas orações decoradas, que são prontas. Ensine-os a orarem agradecendo pelo dia, pela família que eles tem, para que peçam ajuda de Deus nos momentos difíceis.
2ª: Pais que ainda estão junto com a mãe de seus filhos, amem as suas esposas!
Os filhos tem uma necessidade de receberem amor dos seus pais. Eles precisam saber que são amados pelos pais. Mas também precisam sentir que seus pais se amam acima de tudo. Demonstre aos seus filhos que você ama a mãe deles. Dê carinho nela na frente dos filhos. Cuide bem dela. Ajude-a nas atividades domésticas. Diga a ela que você a ama na frente deles. Os filhos aprenderão sobre o que é amor através da forma como vocês se amam e demonstram amor um pelo outro. Se eles crescerem em um ambiente de amor, se sentirão mais seguros.
Amar a esposa inclui ser fiel a ela, sem traí-la, para que os filhos aprendam a serem fiéis através do seu exemplo!
3ª: Reservem tempo para estar com seus filhos! Não importa a idade de seus filhos, reserve um tempo para estar com eles. Sei que muitas vezes a agenda tanto dos pais quanto de filhos são cheias. Mas os pais precisam encontrar algum tempo na agenda para brincar com os filhos, para ouvi-los, para saber acerca de seus medos, para saber quais são os sonhos para o futuro. Planeje atividades com eles. Pesca, futebol, brincadeiras. Ajude nas tarefas da escola. Cuide com o que possa roubar o tempo de vocês estarem juntos. Muitas vezes os filhos estão em casa com os pais ao mesmo tempo, mas não estão juntos, porque tem uma interferência da TV que está ligada ou a concentração está no aparelho de celular. Se os pais não tirarem tempo para estar com os filhos, para também ensinar-lhes o que é certo, o mundo vai se encarregar de instruí-los da forma errada. Não espere o tempo passar para depois se culpar por não ter passado tempo suficiente com seu filho. Se seu filho já cresceu e você sente que não teve tempo suficiente para ele, peça perdão, e recomece! Tente reconstruir uma nova relação!
4ª: Ensine seus filhos sobre o perdão!
Seus filhos, assim como você, não são perfeitos. Isso significa que eles irão errar em algum momento da vida deles. Deixe que eles errem, pois assim eles terão a oportunidade de aprender com seus próprios erros. Perdoe-os se errarem. Ensine-os a pedir perdão pelos erros, se estes erros prejudicaram alguém. E se você errar em alguma coisa com seus filhos, peça perdão. Os filhos aprenderão a pedir perdão e a perdoar através do exemplo dos pais.
5ª: Dê bons exemplos!
Os filhos observam constantemente os pais, e aprendem através de suas atitudes. Eles percebem quando você trata os outros com bondade ou se você perde a paciência facilmente. Eles observam se você age com honestidade ou se é desonesto. O seu jeito de viver a cada dia vai demonstrar a eles quem você é de verdade. Cuide com as palavras que você fala.
Não seja hipócrita na educação de seu filho. Não peça para ele fazer algo que você não faz.
Pais, busquem orientação em Deus para que ele lhes ajude a educar seus filhos.
Seus filhos não precisam de um pai que seja perfeito! Eles precisam de você! Seja o pai que seu filho precisa!
2ª: Pais que ainda estão junto com a mãe de seus filhos, amem as suas esposas!
Os filhos tem uma necessidade de receberem amor dos seus pais. Eles precisam saber que são amados pelos pais. Mas também precisam sentir que seus pais se amam acima de tudo. Demonstre aos seus filhos que você ama a mãe deles. Dê carinho nela na frente dos filhos. Cuide bem dela. Ajude-a nas atividades domésticas. Diga a ela que você a ama na frente deles. Os filhos aprenderão sobre o que é amor através da forma como vocês se amam e demonstram amor um pelo outro. Se eles crescerem em um ambiente de amor, se sentirão mais seguros.
Amar a esposa inclui ser fiel a ela, sem traí-la, para que os filhos aprendam a serem fiéis através do seu exemplo!
3ª: Reservem tempo para estar com seus filhos! Não importa a idade de seus filhos, reserve um tempo para estar com eles. Sei que muitas vezes a agenda tanto dos pais quanto de filhos são cheias. Mas os pais precisam encontrar algum tempo na agenda para brincar com os filhos, para ouvi-los, para saber acerca de seus medos, para saber quais são os sonhos para o futuro. Planeje atividades com eles. Pesca, futebol, brincadeiras. Ajude nas tarefas da escola. Cuide com o que possa roubar o tempo de vocês estarem juntos. Muitas vezes os filhos estão em casa com os pais ao mesmo tempo, mas não estão juntos, porque tem uma interferência da TV que está ligada ou a concentração está no aparelho de celular. Se os pais não tirarem tempo para estar com os filhos, para também ensinar-lhes o que é certo, o mundo vai se encarregar de instruí-los da forma errada. Não espere o tempo passar para depois se culpar por não ter passado tempo suficiente com seu filho. Se seu filho já cresceu e você sente que não teve tempo suficiente para ele, peça perdão, e recomece! Tente reconstruir uma nova relação!
4ª: Ensine seus filhos sobre o perdão!
Seus filhos, assim como você, não são perfeitos. Isso significa que eles irão errar em algum momento da vida deles. Deixe que eles errem, pois assim eles terão a oportunidade de aprender com seus próprios erros. Perdoe-os se errarem. Ensine-os a pedir perdão pelos erros, se estes erros prejudicaram alguém. E se você errar em alguma coisa com seus filhos, peça perdão. Os filhos aprenderão a pedir perdão e a perdoar através do exemplo dos pais.
5ª: Dê bons exemplos!
Os filhos observam constantemente os pais, e aprendem através de suas atitudes. Eles percebem quando você trata os outros com bondade ou se você perde a paciência facilmente. Eles observam se você age com honestidade ou se é desonesto. O seu jeito de viver a cada dia vai demonstrar a eles quem você é de verdade. Cuide com as palavras que você fala.
Não seja hipócrita na educação de seu filho. Não peça para ele fazer algo que você não faz.
Pais, busquem orientação em Deus para que ele lhes ajude a educar seus filhos.
Seus filhos não precisam de um pai que seja perfeito! Eles precisam de você! Seja o pai que seu filho precisa!
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Pregação Culto 07/08: Morno, frio ou quente?
Todos nós tomamos água. Qual é a temperatura da água que você gosta para beber? Usamos água quente no café, no chimarrão. Para refrescar e para saciar a nossa sede, bebemos ela fria ou gelada. Mas vocês gostam de tomar água morna?
E sua vida de oração, sua vida de fé, sua vida com Deus, como está? Você diria que ela está morna, fria ou quente? Como será que Deus espera que nossa vida de fé esteja?
Vamos conferir em Apocalipse capítulo 3 versículos 14-22.
O livro de Apocalipse é uma revelação que Deus deu a João, que foi um dos discípulos de Jesus. Deus levou João a uma ilha chamada Patmos, e lá foi falando com ele, pedindo para que ele fosse escrevendo o que Deus ia dizendo. E Deus falou sobre o que aconteceria no futuro, como também o que estava acontecendo no presente. Na época, haviam 7 igrejas que ficavam na Ásia, e Deus pede para João escrever cartas para cada Igreja. A carta que lemos era para a igreja que ficava em Laodicéia.
Os membros da comunidade de Laodicéia já haviam sido fervorosos na fé, mas de alguma forma, acabaram se acomodando. Continuavam indo na igreja, cumprindo suas obrigações religiosas. Mas Jesus já não era mais o centro de suas vidas, não era mais a pessoa mais importante da vida deles. Eles acabaram se deixando levar pelos afazeres e compromissos da vida. Eram ocupados, com tanta coisa para fazer, que não tinham mais tanto tempo para Jesus. Para Jesus sobrava apenas um pedacinho de seus corações. Eles achavam que eram experientes na fé, que conheciam bem a Palavra de Deus.
Mas, Jesus conhecia o coração de cada um deles, e sabia o quanto estavam ficando longe. Sabia que não eram fervorosos, que Ele não era mais o mais importante para eles, portanto, não eram quentes na fé. Porém eles também não estavam distantes totalmente. Não viviam como se Deus não existisse, ou seja, não eram frios. Era como se eles estivessem em cima do muro, no meio-termo.
Por isso, Deus fala algo duro acerca deles. Diz que preferia que eles fossem quentes, ou então frios. Se fossem frios, poderiam perceber mais facilmente que precisavam de Deus. E diz então que eles estão mornos, e por isso, estava a ponto de vomitá-los da boca, ou seja, deixaria de olhar por eles. Que palavra dura essa! Palavra difícil de ouvir.
O que Deus queria era que eles tomassem uma decisão. Eles precisariam escolher andar com Deus ou abandoná-lo completamente. Isso porque não existe meio-termo, não se pode ficar no muro.
Com essa carta, Deus queria chamá-los de volta. Queria que eles se arrependessem dos seus pecados, que começassem a pensar diferente, a mudar de vida, tendo novamente um novo início com Jesus. Queria que eles voltassem a ser completamente dependentes dele.
Jesus havia se distanciado daqueles cristãos, mas não os havia abandonado. Ele continuava batendo na porta do coração de cada um, esperando que eles deixassem que ele entrasse novamente.
Essa carta dura foi escrita para a igreja de Laodicéia há mais de dois mil anos. Mas ela é uma carta que foi escrita também para nós, hoje.
Eu volto a fazer a pergunta que fiz antes: você se considera uma pessoa morna, fria ou quente na fé?
Muitas vezes nós somos como aqueles cristãos. Viemos a Igreja, mas muitas vezes fazemos isso apenas por tradição. Viemos porque fomos ensinados a isso, porque precisamos pertencer a uma igreja. Algumas vezes porque nossos avós e pais foram luteranos e por isso devemos continuar sendo também. Muitas vezes queremos o batismo, a confirmação... mas vivemos nossa vida fora da igreja com o coração longe de Deus. Ocupamo-nos com tantas coisas, com tantos afazeres, que no dia-a-dia, deixamos Deus de lado. Esquecemos de buscá-lo. Não oramos em casa. Não lemos a bíblia. Tomamos nossas decisões sem consultar a Deus antes, sem perguntar se ele nos abençoará, sem perguntar se de fato devemos tomar tal decisão, sem perguntar para ele se devemos ou não fazer mais uma dívida. E então, se algo dá errado, nós o culpamos porque ele não nos ajudou. Preferimos as coisas do mundo. Preferimos festas, bebidas, baladas ao invés de procurar comunhão com Deus.
E assim, vivemos como aqueles cristãos: mornos. E a palavra para eles foi dura, e serve para nós também.
Deus espera que nós tomemos uma decisão: de segui-lo completamente ou de deixá-lo completamente. Não podemos continuar mornos.
Ele está batendo pacientemente na porta do seu coração. Jesus é um homem extremamente educado, cavalheiro. Ele não entra se nós não deixarmos. Ele não vai invadindo a porta da nossa casa sem um convite para entrar. Ele não arromba, não entra sem permissão. Ele fica batendo, esperando um convite.
Se deixarmos ele entrar, ele promete ficar conosco sempre. Ele promete ficar para as refeições, promete permanecer na nossa casa todos os dias.
Mas para que ele fique, precisamos querer isso.
E ele ainda promete que se deixarmos que ele viva conosco a cada dia, deixando que ele nos ajude a tomar as decisões, deixando que ele mude nossa vida, nossa forma de pensar e agir, que poderemos então morar com ele para sempre, no céu. E isso é algo extremamente maravilhoso!
Jesus espera que você tome uma decisão. Ele espera que você decida ficar quente ou frio de uma vez. O que você quer ser?
Ouça Jesus batendo à porta do seu coração. Deixe ele entrar. Deixe ele transformar sua vida.
Vamos conferir em Apocalipse capítulo 3 versículos 14-22.
O livro de Apocalipse é uma revelação que Deus deu a João, que foi um dos discípulos de Jesus. Deus levou João a uma ilha chamada Patmos, e lá foi falando com ele, pedindo para que ele fosse escrevendo o que Deus ia dizendo. E Deus falou sobre o que aconteceria no futuro, como também o que estava acontecendo no presente. Na época, haviam 7 igrejas que ficavam na Ásia, e Deus pede para João escrever cartas para cada Igreja. A carta que lemos era para a igreja que ficava em Laodicéia.
Os membros da comunidade de Laodicéia já haviam sido fervorosos na fé, mas de alguma forma, acabaram se acomodando. Continuavam indo na igreja, cumprindo suas obrigações religiosas. Mas Jesus já não era mais o centro de suas vidas, não era mais a pessoa mais importante da vida deles. Eles acabaram se deixando levar pelos afazeres e compromissos da vida. Eram ocupados, com tanta coisa para fazer, que não tinham mais tanto tempo para Jesus. Para Jesus sobrava apenas um pedacinho de seus corações. Eles achavam que eram experientes na fé, que conheciam bem a Palavra de Deus.
Mas, Jesus conhecia o coração de cada um deles, e sabia o quanto estavam ficando longe. Sabia que não eram fervorosos, que Ele não era mais o mais importante para eles, portanto, não eram quentes na fé. Porém eles também não estavam distantes totalmente. Não viviam como se Deus não existisse, ou seja, não eram frios. Era como se eles estivessem em cima do muro, no meio-termo.
Por isso, Deus fala algo duro acerca deles. Diz que preferia que eles fossem quentes, ou então frios. Se fossem frios, poderiam perceber mais facilmente que precisavam de Deus. E diz então que eles estão mornos, e por isso, estava a ponto de vomitá-los da boca, ou seja, deixaria de olhar por eles. Que palavra dura essa! Palavra difícil de ouvir.
O que Deus queria era que eles tomassem uma decisão. Eles precisariam escolher andar com Deus ou abandoná-lo completamente. Isso porque não existe meio-termo, não se pode ficar no muro.
Com essa carta, Deus queria chamá-los de volta. Queria que eles se arrependessem dos seus pecados, que começassem a pensar diferente, a mudar de vida, tendo novamente um novo início com Jesus. Queria que eles voltassem a ser completamente dependentes dele.
Jesus havia se distanciado daqueles cristãos, mas não os havia abandonado. Ele continuava batendo na porta do coração de cada um, esperando que eles deixassem que ele entrasse novamente.
Essa carta dura foi escrita para a igreja de Laodicéia há mais de dois mil anos. Mas ela é uma carta que foi escrita também para nós, hoje.
Eu volto a fazer a pergunta que fiz antes: você se considera uma pessoa morna, fria ou quente na fé?
Muitas vezes nós somos como aqueles cristãos. Viemos a Igreja, mas muitas vezes fazemos isso apenas por tradição. Viemos porque fomos ensinados a isso, porque precisamos pertencer a uma igreja. Algumas vezes porque nossos avós e pais foram luteranos e por isso devemos continuar sendo também. Muitas vezes queremos o batismo, a confirmação... mas vivemos nossa vida fora da igreja com o coração longe de Deus. Ocupamo-nos com tantas coisas, com tantos afazeres, que no dia-a-dia, deixamos Deus de lado. Esquecemos de buscá-lo. Não oramos em casa. Não lemos a bíblia. Tomamos nossas decisões sem consultar a Deus antes, sem perguntar se ele nos abençoará, sem perguntar se de fato devemos tomar tal decisão, sem perguntar para ele se devemos ou não fazer mais uma dívida. E então, se algo dá errado, nós o culpamos porque ele não nos ajudou. Preferimos as coisas do mundo. Preferimos festas, bebidas, baladas ao invés de procurar comunhão com Deus.
E assim, vivemos como aqueles cristãos: mornos. E a palavra para eles foi dura, e serve para nós também.
Deus espera que nós tomemos uma decisão: de segui-lo completamente ou de deixá-lo completamente. Não podemos continuar mornos.
Ele está batendo pacientemente na porta do seu coração. Jesus é um homem extremamente educado, cavalheiro. Ele não entra se nós não deixarmos. Ele não vai invadindo a porta da nossa casa sem um convite para entrar. Ele não arromba, não entra sem permissão. Ele fica batendo, esperando um convite.
Se deixarmos ele entrar, ele promete ficar conosco sempre. Ele promete ficar para as refeições, promete permanecer na nossa casa todos os dias.
Mas para que ele fique, precisamos querer isso.
E ele ainda promete que se deixarmos que ele viva conosco a cada dia, deixando que ele nos ajude a tomar as decisões, deixando que ele mude nossa vida, nossa forma de pensar e agir, que poderemos então morar com ele para sempre, no céu. E isso é algo extremamente maravilhoso!
Jesus espera que você tome uma decisão. Ele espera que você decida ficar quente ou frio de uma vez. O que você quer ser?
Ouça Jesus batendo à porta do seu coração. Deixe ele entrar. Deixe ele transformar sua vida.
Um Rei
"Eles queriam um grande rei..."
Este é um verso de um hino, que fala da expectativa dos judeus que aguardavam a chegada do rei que iria governá-los e fazer uma grande nação.
Porém, Jesus veio frágil, recém-nascido, humilde, sem casa nem lugar para ficar.
E nós? Também aguardamos uma grande e fantástica chegada de um acontecimento que transforme nossas vidas.
Enquanto aguardamos, olhamos para longe, para o horizonte. E não percebemos a presença de Jesus que está do nosso lado. Jesus está também representado pelas pessoas que convivem conosco.
Felizes são aqueles que vivem o amor com os seus! Tudo aquilo que queremos para nós, devemos desejar também para nossos irmãos!
"Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles" (Mateus 7.12a).
Texto de Nívia Strucker
terça-feira, 2 de agosto de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Consolo nos sofrimentos: II Coríntios 1.3-11
Algumas pessoas já me perguntaram: por que nós sofremos tanto? Por que Deus permite que seus seguidores sofram, enquanto que muitas pessoas que não querem saber de Deus parecem não sofrer tanto?
Você também já fez essas mesmas perguntas alguma vez?
Imagino que todos nós já fizemos perguntas parecidas alguma vez. Nem sempre encontramos resposta para essas perguntas. Porém, a Bíblia nos traz algumas respostas, e uma delas, podemos encontrar através do apóstolo Paulo.
Vamos abrir nossas Bíblias no livro de II Coríntios capítulo 1 versículos 3-11.
O apóstolo Paulo foi um grande proclamador do evangelho de Jesus Cristo. Fez diversas viagens missionárias, começou algumas comunidades. Ele vivia para a causa de Cristo.
Porém, apesar de viver para Cristo, Paulo não foi isento de sofrimentos. Foi preso, sofreu perseguições, e inclusive chegou a ter medo de morrer.
Mesmo assim, apesar de todo sofrimento pela causa de Cristo, Paulo dá graças a Deus por tudo aquilo que Deus fez em sua vida pessoal.
Ele agradece a Deus, mesmo que tenha passado por diversas aflições e lutas.
Mas, como Deus permitia que ele sofresse? Paulo não deveria mostrar a glória de ser um seguidor de Cristo? Não deveria ele, como proclamador do evangelho, ser isento de sofrimento? Por que ele não omite seu sofrimento para a igreja?
Paulo era transparente com as igrejas que ele fundava. Ele nunca escondeu delas seu sofrimento. Nunca omitiu a verdade. Ele sabia que o sofrimento fazia parte de quem se dispusesse a seguir a Jesus, pois se até mesmo Jesus não foi poupado de sofrimento, porque seus seguidores seriam?
Porém, mesmo sofrendo tanto, o apóstolo nunca se fez de coitadinho. E em meio aos perigos, ele agradece a Deus!
Nem sempre é fácil agradecermos a Deus quando estamos sofrendo. Ou vocês conseguem agradecer a Deus sempre enquanto estão sofrendo?
Temos a tendência de ficar nos lamentando, questionando a Deus porque ele permite que soframos, e muitas vezes não conseguimos encontrar motivos para agradecer a Deus.
Paulo, contudo, agradece porque consegue experimentar o consolo que vem da parte de Deus!
Ele experimentou como Deus se empenhou por ele e o socorreu. Experimentou o que é ser carregado no meio de tanta dor. Encontrou ânimo e disposição para continuar realizando a missão através de toda pressão. Recebeu a misericórdia de Deus, que o amparou com um amor paternal. Ele sabia que Deus não era um Deus severo e cruel, mas que era consolador.
Paulo sofreu muito simplesmente pelo fato de proclamar a Cristo. Não sofria devido a erros que ele cometia.
Mesmo que sejamos cristãos, também sobre nós sobrevém todo tipo de sofrimento. Deus não poupa ninguém de sofrer. O sofrimento vem para todos. Porém Deus é capaz de transformar todo sofrimento em testemunho. Ele é capaz de trazer alívio, consolo e paz.
Deus permite nosso sofrimento, mas está sempre pronto para nos trazer seu consolo.
Somente aqueles que foram consolados, saberão melhor como consolar os outros.
Quando alguém próximo a nós está com alguma dificuldade, muitas vezes vamos descarregando muitas palavras fáceis, na tentativa de dar algum consolo. Porém muitas vezes essas palavras são inúteis, vãs, vazias, e algumas vezes acabam irritando mais do que ajudando.
Parece que sempre temos fórmulas e frases prontas que muitas vezes não fazem o menor sentido.
Às vezes dizemos para os outros que entendemos o que estão passando, quando na verdade nunca passamos pela mesma coisa. Eu não posso dizer para alguém que perdeu um pai que eu sei como essa pessoa se sente, pois não perdi ninguém ainda. Agora, quem já perdeu algum ente querido e foi consolado por Deus, saberá como ajudar outros que se encontram nessa mesma situação.
Receber consolo de Deus significa receber forças para enfrentar toda situação, encorajamento e esperança quando ao redor só há desesperança. Encontrar ajuda nas nossas dificuldades. Quando conseguimos ver a luz ao final do túnel.
Deus também nos traz consolo através de pessoas que nos oferecem um ombro amigo para chorar, um abraço caloroso, uma mão amiga, um ouvido atento para nos ouvir.
Como Paulo, nós muitas vezes passamos por momentos difíceis demais, duros demais. Algumas vezes também tememos pela nossa vida e pela vida de quem amamos. Nesses momentos muitas vezes percebemos que não somos capazes de enfrentar tudo sozinhos.
É bom quando nos damos conta de que não conseguimos enfrentar sozinhos, pois nesses momentos podemos depositar nossa confiança em Deus, e não em nós mesmos.
Quando a vida é fácil, sem nenhum problema, muitas vezes temos a tendência de acharmos que somos fortes, que somos capazes de enfrentar tudo sozinhos e de que não precisamos de Deus.
Deus permite que soframos para percebermos que precisamos de sua ajuda, de seu consolo. Que sozinhos não somos nada.
Muitas vezes nos encontramos em situações tão difíceis, tão complicadas, que falamos que estamos no fundo do poço. Quando estamos no fundo do poço, a única solução que temos é olhar para cima, pois não há outro lugar para se olhar. E é justamente de cima que virá a ajuda que precisamos. O sofrimento pode nos levar para mais perto de Deus.
Quando todas as saídas humanas se fecham, quando não enxergamos mais nenhuma possibilidade, Deus é capaz de operar milagres a maravilhas, apesar de tudo!
Que possamos sempre encontrar em Deus consolo para nossos sofrimentos! E que possamos estar atentos para levar consolo aqueles que sofrem, e que talvez estejam passando pelas mesmas coisas que uma vez já passamos, nos colocando ao seu lado para ajudar.
E quando recebermos o consolo de Deus, não esqueçamos de agradecer a Deus pela ajuda, de louvá-lo por tudo aquilo que ele fez por nós!
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